Afropunk Fest 2016 | Paris

Oi Myglesss!!!!

Como vocês acompanharam nas minhas redes, nesse fim de semana rolou o Afropunk Paris. Sim, o festival mais lyndo de todos, from Brooklyn/NY, realizou sua segunda edição aqui na capital francesa e só posso dizer que foi LACRYYY!!!

Saímos de Londres e viemos de trem até Paris, eu nunca tinha viajado de trem, achei maravilhoso e adorei a parte mais sem graça que é a parte que o trem passa por dentro do Canal da Mancha. kkk… Tive a companhia da minha amiga e blogger nigeriana/londrina Mariette <3 Foi muito divertido porque somos loucas iguais!!

Mama's in Paris! @mariette_immaculate 🚊❤️🇫🇷💙

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Aliás, antes de iniciar a leitura desse bafro, vem ver a apaixonante e primeira edição que participei lá na terra de Jay-Z: magamoura.com/afropunk-fest-2015-new-york/

Voltando a Paris, se liga na programação:

Sexta-feira rolou o Fancy Dress Ball como de praxe, que é o evento para levantar fundos para o “Afropunk Global Initiative”. Os principais shows ficaram por conta do Queer Rapper americano Cakes da Killa e do congolês Young Paris, ambos sensacionais. Rolou Karol Conka arrasando nos palcos, mas para tristeza geral dos brasileiros no evento, ela foi uma das primeiras a se apresentar e a gente não chegou cedo lá, logo, perdemos. 🙁

Mas olha o bapho da Cakes:

❤️ @cakesdakilla #AfropunkParis

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Primeira impressão logo que cheguei no Le Trianon foi: “ai que lugar escuro!”. Diferente do formato de NY, em Paris o festival acontece numa casa de shows fechada, o que tira a vibe de festival e deixa com cara de show/balada. Pra mim esses baphos tem que ser na rua, mas já tinha me preparado pra não ter isso! rs… A falta de luz também prejudicou meu trabalho como fotógrafa de iphone. kkkk

Janelões eram badalo!

Falany de look, o primeiro dia foi muito brylho, com body e kimono da L.O.M Fashion, uma marca de Londres que acho o máximo. O jeans comprei na Primark, porque eu não trouxe nenhuma calça! kkk… Esse verão da europa tá moiado, viu?! Nunca senti tanto frio em pleno mês de Junho. Pochete Skinny Dip London, bryncos Ateliê O Caio Motta e tênis Nike Air Force 1 Low.

In love with body and kimono from @lom_fashion 💖🇫🇷💚 #AfropunkParis

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Uma das coisas mais legais do festival é isso: NÃO a qualquer tipo de ódio:

#NOHATE

Sábado foi de luz do dia, com feirinha, com mais gente querendo se conhecer, com mais energia solar e sorrisos pra todos os lados. Apenas incrível!

Boulevard da Feirinha!

Euzynha!

Na feirinha eram vendidos muitos objetos feitos artesanalmente, dentre roupas, acessórios, comida e objetos. Tudo de cultura africana, claro!

Ficamos por lá boa parte da tarde, os shows começaram as 16h00, troquei bastante experiências com pessoas maravilhosas. O festival teve um público bem mais londrino que parisiense, todo canto era gente de Londres, o que me levou a crer que quando o festival chegar pelas terras da raynha vai ser tiroteio de lacração. Aliás já estou passando bem mal com esta info, Londres é a cidade que mais amo.

Pensa num BAFRO!

Do look eu falei bastante no snap, pra quem não viu, o conjuntinho comprei num bazar da Farm, o casaco e o óculos na Topshop, o brinco é Freddie The Label e o choker Poppy Lissiman.

Tem mais close e marcas do look no snap. Vem migles: magavilhas 👻 #AfropunkParis

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O segundo dia de festival foi outra vibe, cheguei a conclusão que o Fancy Dress Ball é só um faísca do que vem depois. Quando cheguei no Le Trianon estava rolando um show pesadão de punk e advinha de onde a banda era? Do Brasil, de Uberaba/MG.

Os mineirins do Project Black Pantera

Que lacry from Uberaba/MG ✨🇧🇷✨ #ProjectBlackPantera

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Eu bati muito cabelo sábado, não consegui ver muitos shows! kkkk… Mas no final consegui ver um pouco de Morcheeba também.

Conheci uma galera da organização do Afropunk e eles contaram que em Paris ainda é muito difícil realizar o evento, são muitas complicações do governo/prefeitura. Eles também queriam muito fazer o festival outside, queriam ter colocado uma pista de skate no Boulevard, queriam uma infra maior, mas ainda estão lutando por tudo isso aqui. Também falaram que o festival vai chegar no Brasil simmmm!!!! #oremos

Domingo foi o último dia, fui até de luto! kkk

Gotyquè 😂 #AfropunkParis

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Vestido BlackMilk, óculos Topshop e bryncos Doodad and Fandango.

Fiquei apaixonadaaaaa pela banda texana The Suffers, pelo amor, procurem conhecer. Foi o show mais incrível pra mim, mesmo a grande expectativa sendo Saul Williams, que fez uma apresentação super forte e emocionante para encerrar com chave de ouro.

Encontrei a Dyva Maureen Powel de Amsterdã:

A londrina Kay Davis que faz os brincos de pompom mais lyndos ever:

E mais um monte de gente Deusy:

Em todos os dias rolaram after party depois do fest, eu fui sábado e domingo bater cabelo. Ainda ganhei uma pintura bapho do Serge Kponton:

Num resumo geral, o Afropunk Paris foi incrível para se conectar, se inspirar, conhecer novos artistas, novos sons e trocar experiências tanto de trabalho como de vida. Novamente volto renovada de tanta coisa boa que tive o privilégio de viver e sentir…

Espero ainda viver muitos Afropunk’s e poder sempre partilhar um pouquinho do que foi aqui com vocês!!!

:)))

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