Dyca da dyva: Sampa The Great, meu novo vício musical!

Hello myyyygles!

Ando muito viciadínea nesse som que vou apresentar para vocês agora. É a Sampa The Great, rapper nascida na Zambia e criada na Botswana que posteriormente, há dois anos, para ser mais exata, se mudou para Sydney numa viagem de estudos. Ela tem um som autoral de letras poéticas  e questionamentos existenciais cuja batida é viciante; moderna, mas com claras raízes africanas, além de uma voz marcante.

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A primeira mixtape de Sampa se chama “The Great Mixtape” e foi lançada em 2015. Foi só quando a artista começou a trabalhar nesse projeto que ela começou a encarar sua carreira musical como algo sério, mas, mesmo muitos anos antes, ela já preenchia cadernos e mais cadernos com músicas que ela fazia para ela e também para outros artistas. Esse primeiro projeto foi feito numa parceria com Dave Rodriguez aka Godriguez. Tudo começou quando ela subiu pela primeira vez num palco australiano numa sessão de open mic para interpretar sua poesia. O produtor, músico e DJ estava comandando aquela noite. Foi o que bastou para que eles decidissem trabalhar juntos: ele nas batidas e ela nas letras.

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A música sempre esteve presente na vida de Sampa. Seu pai é DJ no tempo livre e sua mãe é dançarina; natural que a casa fosse tomada por sons. Quando criança e durante a adolescência, ela sempre foi muito apoiada pelos pais, que a diziam constantemente que ela poderia fazer e ser o que quisesse: “não importa se você é mulher, não importa se você é negra, você pode fazer tudo o que quiser”. Sampa diz que, ao crescer, e se jogar no mundo, entendeu com clareza os obstáculos que teria de encarar quando viu outras pessoas olhando para ela e falando o oposto do discurso de seus pais. Claro que entender isso a trouxe bastante inspiração para suas letras. “É daí que nasce o herói, o grande”.

Seu lançamento mais recente é um vídeo de poesia slam batizado “HERoes”. Ela define esse trabalho como uma apresentação para ela mesma como artista e também como sua primeira “declaração” ou “discurso” musical. É um autorretrato e é também empoderador, um vídeo onde Sampa reconhece a própria potência. Bafra! E a biw tem apenas 23 aninhos, ou seja: tem muito lacry vindo por aí e quem ganha somos nós.

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A música Revolution é super forte e bonita! OUÇAM TUDO!

Eu tô amando real oficial!

:)))

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