Sons que me pegaram de jeito no Afropunk Fest: NY | PARIS

Hello Myglesss!

Durante a minha viagem pelos EUA, especialmente lá no bafro do Afropunk Fest, descobri e revivi novamentchy uns projetos musicais maravilhosos que agora não saem da minha playlist. Entonces, resolvi listar seis músicos/bandas que estou ouvindo… Só coisa finíssima, da melhor qualydade: muito groove e letras com conteúdo, sym! \

Dêem uma olhada e depois me contem se já conheciam esses artistas. Quero saber quem vocês mais amam!

Kelela

Primeira vez que vi a Kelela foi no Afropunk NY de 2015 e já me apaixonei real. Poderosíssima, com seu R&B sexy, ela já foi comparada a The Weeknd e Janet Jackson. Kelela é da primeira geração de pessoas etíope-americanas e reside em Los Angeles desde 2010, onde produziu seu primeiro álbum, Cut 4 Me, que conta com 13 músicas e foi lançado pela Fade to Mind. Pena que não rolou uma brejy lá nas California, minha agenda tava cheia! kkk

Logo que chegou à cidade ela começou a cantar jazz em bares e cafés e, em 2013, fez sua primeira parceria com  a Teengirl Fantasy. Assim ela foi apresentada ao Prince William, que por sua vez apresentou o som de Kelela à gravadora. Vibe maravylhosa o som que ela cria, reparem:

The Internet

Bom, a The Internet é uma banda baphônica formada  pela Syd the Kyd e pelo Matt Martians, ambos membros do Odd Future. A Syd é de Los Angeles e o Matt de Atlanta, mas se mudou pra LA (povo gosta de LA).

Outro som que super cria um clima sexy, ui! A voz da Syd é de uma deliciosidade impressionante, e a batida da banda é daquelas que faz a gente querer rebolar acompanhado! kkk. O neo-soul/R&B da The Internet já foi postado até por Queen Beyoncé, e se Bey manda a gente obedece… I SLAY/AMÉM?

Se você acha que não conhece a banda, talvez reconheça a batida de Special Affair/Curse, que andou tocando bastante inclusive aqui no Brasyl. Ou da própria Don’t Cha, a música que Bey amou! Eles lançaram o primeiro single em 2011 e o primeiro álbum, Purple Naked Ladies, no final do ano seguinte. Ego Death, o terceiro álbum, foi lançado no final de 2015 e a empreitada tá dando certy, eles estão rodando bastante em turnê. Se ligueeem!

Morcheeba

Morcheeba é provavelmente um dos projetos mais antigos dessa listy, que vi no Afropunk Paris também nesse ano. Eles foram pioneiros do trip-hop lá nos anos 90 e têm algo em torno de 20 anos de bandy, bapho! Nesse meio tempo a formation da banda já mudou um pouco, mas o som continua da melhor qualidade: muito sensorial-sexy-criador de clima (eita que eu tô danady! kkk). Também tem seus momentos animados que são demais! A vocalista Skye Edwards é um furacão de beleza estonteante, voz aveludada e presença de palco única. Reparem no vídeo!

Sango

Sango é de Seattle, mas extremamente conectado com brasilidadys, ou melhor, carioquyces! kkk. Se inspira bastante nos funks probidões da cidade maravylhosa (ai, que saudadys carnaolímpiadas!) e os mistura com um eletrônico detalhado e que, aos ouvidos desavisados, pode até contrastar com  a batida brasileira, mas acaba se provando o complemento perfeito. É pra gastar a malemolência meu bem..

Angel Haze

Ela chegou no palco do Afropunk NY vibes Konká, causando aquele tombamento. Perdi esse bapho no de Paris, devia tá batendo papo com os mygles novos oui oui! kkk

Rapper, compositora e cantora de Detroit, Raykeea Algen Wilson, mais conhecida como Angel Haze, vem sendo considerada uma das melhores rappers da nova geração. Isso nas palavras da Billboard, NME e VH1, por exemplo. E a bixa é arrasadora dymais!

De família religiosa e conservadora, foi abusada sexualmente ainda na infância e ficou conhecida ao fazer um freestyle de “Cleaning Out My Closet”, do Eminem, sobre o abuso. O som da bixa é bem potente mesmo, ela dá a letra e canta muito.

Saul Williams

Um dos melhores shows do Afropunk Fest de Paris, Saul também quebrou tudo em NY. Ele é escritor, ator e músico e se estabeleceu primeiro como um admirado poeta e ótimo ator antes de se aventurar pelas rimas do hip-hop. Não que seja hip-hop no sentido clássico da coisa, pois o boy transforma sua escrita contundente e poética em canção. Sua primeira grande gravação foi “Ocean Within”, feita em colaboração com KRS-One e que entrou como trilha do filme Slam, sucesso onde Saul atuou além de co-escrever. Desde então, o artista foi empreendendo cada vez mais colaborações baphônycas e soltando novas músicas com artistas de peso. Seu álbum mais recente, bem conceitual, é MartyrLoserKing, lançado esse ano. Se liga no som do poety:

Amaram sym ou sym?

Me contem aí uma banda que vocês curtem e que é lacry novo, tô querendo new musics!

:)))

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