Um curta que você tem que ver: a história da Ingrid Silva das favelas cariocas para o balé em Nova York

Hello mygles, como cs tão?

Vocês já ouviram falar da bailarina Ingrid Silva e sua história de superação? Conhecendo um pouco ou muito sobre a história dessa biw lacratyva, eu venho aqui com essa dyca da dyva de um curta obrigatório que narra as aventuras de Ingrid até o sucesso. Uma iniciativa da Activia, o filme nos mostra a jornada da bailadyva das favelas cariocas aos palcos de Nova Iorque, onde virou uma das estrelas do Dance Theatre of Harlem. Tudo é mostrado em primeira pessoa, o que traz um tanto a mais de emoção e empatia com essa guerreira.

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Nós vamos com Ingrid às suas aulas de balé, vemos a sua luta e persistência em nome da sua arte, o apoio da família, os olhares de reprovação, sua ida para fora do país e o fatídico teste que daria uma guinada na sua trajetória. Baphy, poder e lacry de uma jovem, mulher e negra saída de Benfica, que usa de sua resiliência para chegar lá. Ingrid diz que o preconceito sempre existiu, mas que nunca a impediu de dançar. Mesmo com o balé sendo reconhecido por ser um espaço dominado por brancos, ela desafiou racismo e prejulgamentos e tomou seu lugar de destaque na dança. Hoje ela é reconhecida como uma das maiores promessas da dança mundial!

Ingrid é filha de uma empregada doméstica com um funcionário aposentado da força aérea e, por ser negra, tem que pintar as próprias sapatilhas com maquiagem para que fiquem da cor de sua pele. Sim, bailarinas negras têm que pintar suas próprias sapatilhas. É aquela história que a gente conversa também sobre o nude e a ideia de “cor de pele” que muitas vezes só existe na cor da pele branca. Ela também faz seu coque de um jeito que não disfarce seu cabelo afro, mas o deixe de um jeito natural. Maravylhosa!

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A mãe de Ingrid teve o visto para os EUA negado e, por esse motivo, ainda não conseguiu ver a filha brylhar muito nos palcos afora. Um grande sonho que ela espera realizar o quanto antes! Por enquanto ela só conseguiu ver ensaios de Ingrid. Essa história é inspiradora mesmo, como o curta, que nos deixa com a mensagem: “quando você está alinhado consigo mesmo, você pode conhecer o seu melhor eu”. É isso, mygles! Sigamos na luta e vamo dominar o mundo!

:)))

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